Em que setores trabalha a BigLearn
A BigLearn é uma empresa portuguesa de consultoria em inteligência artificial,
fundada em 2017 e sediada em Lisboa. Trabalhamos em
hotelaria e turismo, autarquias e administração pública, seguros, imobiliário, saúde,
indústria e serviços profissionais — com organizações que já têm processos a funcionar e
querem saber onde a IA os melhora.
Quatro destes setores têm caso publicado nesta página: hotelaria, Poder Local, seguros e imobiliário. Os
restantes não — e enquanto não tivermos um projeto que valha a pena explicar, continuam sem
ele. Um setor listado sem caso é um setor onde trabalhamos, não um setor onde temos
prova pública. A distinção é a mesma que fazemos entre projeto entregue e descrição
de arquitetura.
O que os casos têm em comum não é a tecnologia, é a forma do problema: alguém a fazer à mão
o que já está escrito nalgum lado, e uma espera entre a intenção de quem procura e a
primeira resposta útil. Se isso lhe soa familiar, o percurso começa numa
prova de conceito, com critério de
sucesso escrito antes de começar.
Como escrevemos estes casos
Os clientes não são nomeados. Descrevemos o setor, a dimensão e o
problema com precisão suficiente para se perceber o trabalho, e paramos aí. Nomear um
cliente exige autorização escrita, e preferimos publicar sem nome a esperar por ela.
Os números são de catálogo, não de resultado. Dizemos quantas salas,
quantos itens, quantos idiomas — coisas verificáveis e datadas. Não publicamos percentagens
de aumento de receita ou de redução de custos que não possamos mostrar de onde vieram.
Contamos as decisões, incluindo as que dispensaram IA. Um caso de estudo
onde tudo correu bem e a tecnologia resolveu tudo não ensina nada a quem o lê. As escolhas
interessantes são as que tiveram alternativa.
Dizemos quando é arquitetura e não entrega. Alguns destes textos descrevem
projetos concluídos; outros descrevem o que uma arquitetura nossa pode executar, escritos no
modo condicional. São coisas diferentes e estão etiquetadas como tal — na lista acima e à
cabeça de cada página. Um catálogo de capacidades apresentado como historial é a forma mais
fácil de perder a confiança de quem lê.