Soluções de inteligência artificial por indústria, powered by BigLearn
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Soluções de IA por Indústria

Cinco setores onde já conhecemos os processos, o vocabulário e os sistemas — hotelaria, administração local, imobiliário, recursos humanos e media. A mesma equipa e o mesmo método, aplicados à linguagem de cada indústria.

Escolha o seu setor

HotelariA — soluções de inteligência artificial para hotéis portugueses

HotelariA — IA para Hotelaria

Agentes que trabalham ao longo do guest journey: check-in, concierge digital, gestão de reputação e upsell, ligados ao PMS que o hotel já usa. Pensada para hotéis independentes e pequenos grupos, com secção própria, casos publicados e guias por processo.

Ver HotelariA →
AutarkiA — inteligência artificial ao serviço das autarquias portuguesas

AutarkiA — IA para Autarquias

Atendimento ao munícipe mais rápido sem tirar a decisão a quem a deve tomar: gestão de reclamações e ocorrências, resposta a pedidos e apoio ao back-office, com supervisão humana e o enquadramento do AI Act desde o desenho.

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IA para Recursos Humanos com RGPD e AI Act

IA para Recursos Humanos

Automatizar o trabalho repetitivo de RH sem automatizar o julgamento sobre pessoas: onboarding, documentos, assistente interno e tarefas administrativas, com governação de dados, supervisão humana e apoio à conformidade com o RGPD e o EU AI Act.

Ver IA para RH →
Soluções de inteligência artificial à medida para qualquer setor de atividade

Este setor pode ser o seu!

Não trabalhamos apenas com setores pré-definidos. Desenhamos soluções de Inteligência Artificial à medida dos processos, dados e sistemas de cada negócio. Se o seu setor ainda não está aqui, pode ser o próximo.

Fale connosco →

O que muda de indústria para indústria

Muda o vocabulário, os sistemas e o que está em jogo quando algo corre mal. Um agente que responde a um hóspede engana-se de forma diferente de um que responde a um munícipe, e a supervisão humana que cada caso exige não é a mesma.

É por isso que estas cinco existem separadas em vez de uma página genérica: o diagnóstico começa mais à frente quando já sabemos como o setor funciona, e não é preciso gastar as primeiras reuniões a aprender o básico do seu negócio.

O que não muda

A equipa, o método e as recusas. Começamos sempre por um processo concreto que esteja a custar tempo, medimos o que ele custa hoje, e só depois decidimos se a IA é o instrumento certo — quando uma regra simples resolve melhor, dizemo-lo.

Também não muda quem responde: acompanhamento sénior direto do diagnóstico à implementação, sem camadas entre quem vende e quem faz.

Perguntas frequentes

O que distingue uma solução por indústria de um projeto à medida?

O ponto de partida. Numa solução por indústria já conhecemos os processos, o vocabulário e os sistemas típicos do setor — o PMS de um hotel, o CRM de uma agência imobiliária, o gestor documental de uma autarquia — e isso encurta o diagnóstico. O que se constrói continua a ser adaptado a cada cliente; o que se poupa é o tempo a explicar como o setor funciona.

A minha indústria não está na lista. Trabalham com ela?

Sim. Estas cinco são aquelas onde temos mais casos publicados e vocabulário acumulado, não as únicas em que trabalhamos. Temos casos em saúde, construção, seguros, HORECA e investigação científica, todos em casos de estudo. O método é o mesmo: começa por um processo concreto que esteja a custar tempo.

As soluções são produtos fechados ou projetos?

São projetos com base comum. A HotelariA, a AutarkiA e a Imobiliar-iA partilham a mesma arquitetura de agentes e as mesmas práticas de governação de dados, mas cada implementação liga-se aos sistemas do cliente e é desenhada com quem faz o trabalho hoje. O Ritmo Editorial é a exceção: é plataforma proprietária da BigLearn.

Como começa um projeto numa destas áreas?

Por uma conversa sobre um processo que esteja a custar tempo, e não sobre tecnologia. Nos casos que selecionamos fazemos uma prova de conceito antes de qualquer compromisso, para os resultados serem vistos em vez de prometidos.

Não sabe por onde começar?

Diga-nos qual é o processo que mais tempo lhe consome. A partir daí dizemos-lhe se a IA é o instrumento certo — e, se não for, também.