Onboarding e offboarding
Preparação de documentação, listas de tarefas, recolha de informação, acessos, comunicações e acompanhamento das etapas, com responsáveis e exceções claramente definidos.
Automatizar o trabalho repetitivo de RH sem automatizar o julgamento sobre pessoas. Desenhamos soluções úteis, explicáveis e supervisionadas para PME portuguesas, com proteção de dados desde o início.
Há valor imediato em organizar informação, preparar trabalho e responder mais depressa. Quanto maior o impacto sobre candidatos ou trabalhadores, maior deve ser o escrutínio.
Preparação de documentação, listas de tarefas, recolha de informação, acessos, comunicações e acompanhamento das etapas, com responsáveis e exceções claramente definidos.
Pesquisa sobre políticas, benefícios, férias, despesas ou procedimentos a partir de fontes aprovadas, indicando a origem da resposta e encaminhando dúvidas sensíveis para a equipa.
Classificação, extração, conferência e preparação de documentos; triagem de pedidos; agendamento; atualização de sistemas e relatórios com revisão humana.
Conteúdo por função, percursos de aprendizagem, pesquisa de conhecimento interno e apoio à literacia em IA, sem converter inferências opacas em avaliações de pessoas.
Um sistema que prepara um documento ou encontra uma política interna reduz trabalho. Um sistema que filtra candidaturas, ordena candidatos, recomenda promoções, distribui tarefas com base em características pessoais ou influencia uma saída pode alterar a vida profissional de alguém.
A tecnologia pode apoiar ambos, mas não deve ser tratada da mesma forma. Antes de escolher uma ferramenta, definimos a finalidade, quem é afetado, que dados entram, que decisão pode sair e o que acontece se o sistema estiver errado.
Sistemas destinados a analisar ou filtrar candidaturas, avaliar candidatos e apoiar certas decisões de emprego ou gestão de trabalhadores podem integrar a categoria de alto risco. Isso traz requisitos sobre gestão de risco, dados, documentação, registos, transparência, supervisão humana, robustez, exatidão e cibersegurança.
O reconhecimento de emoções no local de trabalho é, em regra, uma prática proibida, salvo exceções estreitas de natureza médica ou de segurança. A implementação do AI Act é faseada e o calendário aplicável deve ser confirmado para cada solução antes da sua entrada em produção.
Currículos, avaliações, ausências, remuneração, comunicações e dados de saúde podem revelar informação pessoal ou sensível. O desenho deve limitar a recolha ao necessário, definir finalidade e fundamento, controlar acessos, retenção e transferências, e avaliar se é necessária uma avaliação de impacto sobre a proteção de dados.
O artigo 22.º do RGPD protege as pessoas perante decisões baseadas exclusivamente em tratamento automatizado que produzam efeitos jurídicos ou efeitos igualmente significativos, salvo condições específicas e com salvaguardas. Acrescentar uma aprovação humana decorativa no fim não resolve o problema.
A pessoa responsável deve conhecer a finalidade e os limites do sistema, ver a informação relevante, reconhecer sinais de erro ou enviesamento e ter autoridade e tempo para alterar o resultado. Se aprova automaticamente tudo o que a máquina propõe, não existe supervisão efetiva.
Desenhamos pontos de revisão, razões legíveis, registos proporcionais ao risco, procedimentos de contestação e escalamento. O sistema deve apoiar o profissional de RH — não esconder uma decisão automática atrás do seu nome.
Mapeamos finalidade, utilizadores, pessoas afetadas, dados, decisão, impacto e legislação aplicável. Se o risco não for aceitável, o caso é redesenhado ou não avança.
Avaliamos qualidade, enviesamentos, minimização, acessos, retenção, localização, subcontratantes, utilização para treino e capacidade de apagar ou exportar informação.
Testamos o ponto mais arriscado com dados adequados, métricas técnicas e critérios de negócio, incluindo falsos positivos, falsos negativos e diferenças entre grupos relevantes.
Entregamos responsabilidades, documentação, limites, controlos, monitorização, procedimentos de incidente, formação e handover para que a organização saiba operar e fiscalizar a solução.
Fluxos administrativos, integrações, assistentes internos e pontos de supervisão ligados aos sistemas existentes.
Ver automaçãoSelecionamos ferramentas de mercado quando servem e construímos à medida quando os dados, o processo ou o risco o exigem.
Ver Boutique de IAFormação por função sobre utilização segura, governação de dados, supervisão humana, RGPD, AI Act e handover.
Ver formaçãoOnboarding, preparação e classificação de documentos, pesquisa de políticas internas, respostas a perguntas frequentes, agendamento, formação e tarefas administrativas são bons pontos de partida. Recrutamento, avaliação, monitorização e decisões sobre trabalhadores exigem uma análise jurídica e de risco reforçada.
A utilização não é uma decisão meramente técnica. Sistemas destinados a analisar ou filtrar candidaturas e avaliar candidatos podem ser classificados como de risco elevado pelo AI Act. Também se aplicam o RGPD, regras laborais e de não discriminação. O caso deve ser avaliado antes da compra ou implementação, com supervisão humana efetiva e salvaguardas adequadas.
Não. A supervisão tem de ser real: a pessoa deve compreender a informação, poder discordar do sistema e ter tempo e autoridade para alterar a decisão. Continua a ser necessário avaliar finalidade, dados, risco, transparência, discriminação, segurança e direitos das pessoas afetadas.
A BigLearn desenha tecnologia, documentação, controlos e formação para apoiar a conformidade. A conclusão jurídica depende do caso de uso, dos dados, do papel da organização e da legislação aplicável, devendo envolver o encarregado de proteção de dados e aconselhamento jurídico quando necessário.
Consulte o enquadramento oficial da Comissão Europeia sobre o AI Act e a abordagem baseada no risco, as orientações sobre literacia em IA e o artigo 22.º do RGPD no EUR-Lex. O enquadramento deve ser confirmado para o caso e para a data de implementação.