BigLearn, boutique portuguesa de inteligência artificial aplicada, em Lisboa
Fundada em Portugal · Lisboa · 2017

Sobre a BigLearn

Empresa de consultoria criada em Lisboa em 2017. Quase uma década depois, somos uma consultora boutique portuguesa de IA aplicada ao negócio, a trabalhar sobretudo com PME portuguesas de 20 a 200 pessoas, com acompanhamento sénior direto do diagnóstico à implementação.

O que é ser uma Consultora Boutique de Inteligência Artificial

Quer dizer que somos poucos e todos seniores, com percursos longos atrás de nós, e que não há camadas entre quem vende e quem faz. A pessoa com quem discute o problema na primeira reunião é a mesma que desenha a solução, e a mesma a quem pede uma correção, um upgrade a uma função ou uma alteração que o negócio entretanto passou a exigir.

Como garantem continuidade com uma equipa pequena?

As decisões, a arquitetura, o código e as instruções de operação de cada projeto ficam documentados e preparados para passagem de conhecimento. Limitamos o número de projetos em simultâneo para garantir capacidade real e, quando é necessária uma competência adicional, integramos especialistas da nossa rede mantendo a responsabilidade e o acompanhamento na BigLearn.

Uma equipa pequena consegue acompanhar uma PME?

Sim. Numa PME, o trabalho começa por um processo concreto, com âmbito e responsáveis definidos, e não por mobilizar uma estrutura pesada. A equipa sénior acompanha diretamente o diagnóstico, o piloto e a implementação. Quando o projeto exige competências adicionais, integramos especialistas mantendo um único interlocutor e a responsabilidade pela entrega.

E o que é que isso nos limita?

Pegamos em poucos projetos ao mesmo tempo. É uma limitação real e preferimos dizê-la: se não houver encaixe de calendário, das nossas áreas de intervenção ou da indústria em que o projeto se desenvolve, dizemos que não em vez de aceitar e entregar tarde.

Porquê 20 a 200 pessoas

É a dimensão em que os processos já estão formalizados e têm dono — há a quem perguntar como as coisas funcionam hoje — mas ainda não existe uma equipa interna de IA para os automatizar. É onde um projeto bem escolhido muda o dia a dia de forma visível.

O número é a dimensão da unidade onde trabalhamos, não um limite à empresa. Vários dos nossos clientes são grupos com muitas centenas de colaboradores — o que fica dentro daqueles limites é o departamento ou a operação onde entramos: a área de Inovação e Desenvolvimento de um grupo, a área de MICE de um grupo hoteleiro, o back-office de uma direção, o atendimento de um município ou a redação de um grupo de media. É essa unidade que precisa de ter dono, processo e recursos suficientes para a mudança se notar.

Abaixo disso, normalmente uma ferramenta de mercado resolve — e é o que dizemos.

Equipa sénior de consultoria e implementação de IA para PME

Bruno Marques Horta — Fundador, Mestre em Engenharia Informática e AI Architect

Arquitetura das soluções de IA, desenho dos agentes e dos fluxos, e a decisão sobre quando a IA não é o instrumento certo.

Miguel Abreu Peixoto — Advogado e Assessor Jurídico

Enquadramento jurídico e contratual dos projetos, governação de IA, RGPD e EU AI Act — a acompanhar desde o desenho da solução e não só na revisão final.

Engenharia de software sénior

Desenvolvimento em Python, JavaScript e C. Integração com os sistemas que a empresa já usa — PMS, CRM, ERP, correio e bases de dados.

DevOps, AWS e cibersegurança

Infraestrutura, alojamento, entrada em produção e a segurança dos dados: minimização, controlo de acessos e arquitetura adequada à sensibilidade da informação.

Design e copy

Interfaces, conteúdo e a linguagem com que a solução chega a quem a vai usar. Uma automação que ninguém percebe não é usada.

Operações e administração

Contratos, faturação, prazos e a gestão do que foi combinado — para que a parte técnica não seja interrompida por burocracia.

Equipa focada, coesa e sua rede profissional

Seis pessoas não chegam para tudo, e não fingimos que chegam. Temos uma rede estabelecida de especialistas com quem trabalhamos há anos, e a quem recorremos quando um projeto pede uma competência que não é a nossa do dia a dia.

Auditoria de segurança e testes de intrusão. Redes LoRa e sensores para smart cities e telemetria de contadores. Visão computacional em ambiente industrial. Integração com sistemas industriais — SCADA, PLC, telemetria.

Entram como equipa, não como subcontrato

A diferença importa. Quem contratou continua a falar com as mesmas pessoas, a responsabilidade pela entrega continua a ser nossa, e o especialista trabalha dentro do projeto em vez de o receber por fora da nossa estrutura.

É também o que nos permite dizer que sim a projetos que uma equipa de seis, sozinha, teria de recusar — sem crescer para um tamanho que nos tirava a razão de ser.

Onde dizemos que não

Há trabalhos que não aceitamos. Dizemo-lo à partida para não fazer perder tempo a ninguém.

Spam, cold calling e contacto em massa

Não fazemos projetos de spam, cold calling ou contacto não solicitado em massa. A IA torna barato incomodar muita gente ao mesmo tempo, e isso não é trabalho que queiramos assinar.

Projetos sem responsável do lado do cliente

Não aceitamos projetos sem alguém do lado do cliente com tempo alocado. Não é uma exigência burocrática: sem alguém que conheça o processo e possa decidir, o projeto arrasta-se e acaba por não entrar em produção.

Revenda simples de licenças e comissões de fornecedores de HW

Não revendemos licenças nem recebemos comissões de fornecedores. Quando recomendamos uma ferramenta de mercado é porque é a resposta certa, não porque ganhamos com isso. É o que torna a recomendação técnica independente.

IA quando uma regra simples resolve melhor

Quando uma regra simples resolve o problema melhor do que a IA, dizemo-lo. O objetivo não é usar mais IA — é melhorar o processo. Já dissemos isto a clientes que vinham decididos a comprar um projeto maior.

Decisões sobre pessoas sem supervisão humana

Não desenvolvemos sistemas que tomem decisões de impacto sobre candidatos, trabalhadores, clientes, doentes ou cidadãos sem supervisão humana efetiva. Em recrutamento, crédito, saúde ou serviços públicos, exigimos critérios documentados, transparência, explicabilidade e uma pessoa responsável pela decisão final.

Projetos sem controlo sobre os dados

Não avançamos quando ninguém consegue explicar a origem dos dados, onde são processados, quem lhes pode aceder ou se o fornecedor os reutiliza para treinar modelos. Antes de construir, definimos Data Governance, soberania dos dados, retenção, segurança e responsabilidades — princípios que integram o nosso serviço de AI Governance, Compliance e Auditoria de IA.

Onde temos mais profundidade

Hotelaria

Guest journey, check-in, concierge, reputação e upsell. Secção própria, com casos publicados e guias por processo.

Imobiliário

Qualificação de leads, assistente comercial por email e integração com o CRM.

Administração local

Atendimento ao munícipe com supervisão humana, gestão de reclamações e ocorrências, e o enquadramento do AI Act.

Temos ainda casos publicados em saúde, construção, media, HORECA e seguros. Estão todos em casos de estudo, com o problema, a abordagem e o resultado de cada um.

Perguntas sobre a BigLearn

Que competências reúne a equipa da BigLearn?

A BigLearn reúne uma equipa boutique com perfis seniores e complementares em estratégia e arquitetura de IA, engenharia de software e integração de sistemas, DevOps, cloud e cibersegurança, design e copy, operações, assessoria jurídica, compliance e governação de IA. Mantemos a equipa deliberadamente compacta: selecionamos poucos projetos em simultâneo e quem participa na primeira conversa acompanha também o desenho e a implementação, sem camadas comerciais pelo meio.

A BigLearn trabalha apenas com PME?

Não. Trabalhamos sobretudo com PME portuguesas de 20 a 200 pessoas, mas também com empresas mais pequenas quando existe um processo com valor, frequência ou impacto suficientes para justificar o projeto. Afinal, uma empresa pequena pode ter um problema mais valioso para resolver do que um departamento inteiro de uma multinacional. Trabalhamos igualmente com grandes grupos e multinacionais, normalmente em projetos delimitados a uma unidade de negócio, departamento ou operação.

O que é que a BigLearn não faz?

Temos limites éticos, técnicos e de colaboração claros, e dizemo-lo à partida. Não fazemos projetos de spam, cold calling ou contacto não solicitado em massa. Não aceitamos projetos sem um responsável do lado do cliente com tempo alocado. Não revendemos licenças nem recebemos comissões de fornecedores, mantendo a recomendação técnica independente. Quando uma regra simples resolve melhor do que a IA, dizemo-lo. Também não desenvolvemos sistemas que tomem decisões com impacto sobre pessoas sem transparência e supervisão humana efetiva. E não avançamos sem Data Governance: origem, tratamento, localização, soberania, acessos, segurança, retenção e eventual reutilização dos dados têm de ser conhecidos. Por fim, não aceitamos trabalho que contrarie a lei, a regulação aplicável ou princípios éticos — mesmo quando é tecnicamente possível.

E se o projeto precisar de uma competência que a equipa não tem?

Recorremos a uma rede estabelecida de especialistas com quem trabalhamos há anos: auditoria de segurança e testes de intrusão, redes LoRa e sensores para smart cities e telemetria de contadores, visão computacional em ambiente industrial, e integração com sistemas industriais como SCADA e PLC, etc. Entram sob a nossa responsabilidade, e o interlocutor não muda.

Desde quando existe a BigLearn?

A BigLearn foi fundada em Lisboa, em 2017, com a consultoria no centro da sua atividade. O nosso percurso passou pela informática, gestão e setor imobiliário, dando-nos experiência prática em processos, sistemas e operação empresarial. Com a evolução da IA moderna, concentrámos a atividade na consultoria de inteligência artificial e no desenvolvimento de soluções de IA à medida.

Em que setores tem a BigLearn mais casos publicados?

Hotelaria, imobiliário e administração local são os três com mais profundidade, cada um com secção própria e casos publicados. Temos também casos em saúde, construção, media, HORECA e seguros.

Como começa um projeto com a BigLearn?

Por uma conversa sobre um processo concreto que esteja a custar tempo. Nos casos que selecionamos, a prova de conceito é gratuita: permite ver resultados reais antes de qualquer compromisso. Se houver encaixe, apresentamos uma proposta com âmbito e custo definidos antes de começar.

Quanto custa um projeto de IA com a BigLearn?

Os projetos de consultoria e desenvolvimento de soluções de IA chave na mão situam-se normalmente entre 5.000 € e 25.000 €, e as avenças de manutenção, monitorização, suporte e evolução contínua entre 250 € e 2.500 € por mês. São intervalos indicativos: o valor depende do âmbito, da dimensão da operação, das integrações, dos dados, da cibersegurança e dos requisitos de governação. Nos casos que selecionamos a prova de conceito é gratuita, o que permite ver resultados reais antes de qualquer compromisso, e apresentamos sempre uma proposta com entregáveis, prazo e custo definidos antes de começar.

Em que línguas trabalha a BigLearn?

Em português e em inglês. Toda a documentação, formação e acompanhamento pode ser entregue em qualquer uma das duas, e o site tem versão completa em inglês.

Traga-nos um processo, não uma tecnologia

A conversa mais útil começa por um processo que esteja a custar tempo à empresa. A partir daí dizemos-lhe se a IA é o instrumento certo — e, se não for, também.