Bruno Marques Horta — Fundador e AI Architect
Arquitetura das soluções de IA, desenho dos agentes e dos fluxos, e a decisão sobre quando a IA não é o instrumento certo.
Empresa de consultoria criada em Lisboa em 2017. Quase uma década depois, somos uma consultora boutique portuguesa de IA aplicada ao negócio, a trabalhar sobretudo com PME portuguesas de 20 a 200 pessoas, com acompanhamento sénior direto do diagnóstico à implementação.
Quer dizer que somos poucos e todos seniores, com percursos longos atrás de nós, e que não há camadas entre quem vende e quem faz. A pessoa com quem discute o problema na primeira reunião é a mesma que desenha a solução, e a mesma a quem pede uma correção, um upgrade a uma função ou uma alteração que o negócio entretanto passou a exigir.
As decisões, a arquitetura, o código e as instruções de operação de cada projeto ficam documentados e preparados para passagem de conhecimento. Limitamos o número de projetos em simultâneo para garantir capacidade real e, quando é necessária uma competência adicional, integramos especialistas da nossa rede mantendo a responsabilidade e o acompanhamento na BigLearn.
Sim. Numa PME, o trabalho começa por um processo concreto, com âmbito e responsáveis definidos, e não por mobilizar uma estrutura pesada. A equipa sénior acompanha diretamente o diagnóstico, o piloto e a implementação. Quando o projeto exige competências adicionais, integramos especialistas mantendo um único interlocutor e a responsabilidade pela entrega.
Pegamos em poucos projetos ao mesmo tempo. É uma limitação real e preferimos dizê-la: se não houver encaixe de calendário, das nossas áreas de intervenção ou da indústria em que o projeto se desenvolve, dizemos que não em vez de aceitar e entregar tarde.
É a dimensão em que os processos já estão formalizados e têm dono — há a quem perguntar como as coisas funcionam hoje — mas ainda não existe uma equipa interna de IA para os automatizar. É onde um projeto bem escolhido muda o dia a dia de forma visível.
O número é a dimensão da unidade onde trabalhamos, não um limite à empresa. Vários dos nossos clientes são grupos com muitas centenas de colaboradores — o que fica dentro daqueles limites é o departamento ou a operação onde entramos: a área de Inovação e Desenvolvimento de um grupo, a área de MICE de um grupo hoteleiro, o back-office de uma direção, o atendimento de um município ou a redação de um grupo de media. É essa unidade que precisa de ter dono, processo e recursos suficientes para a mudança se notar.
Abaixo disso, normalmente uma ferramenta de mercado resolve — e é o que dizemos.
Arquitetura das soluções de IA, desenho dos agentes e dos fluxos, e a decisão sobre quando a IA não é o instrumento certo.
Enquadramento jurídico e contratual dos projetos, governação de IA, RGPD e EU AI Act — a acompanhar desde o desenho da solução e não só na revisão final.
Desenvolvimento em Python, JavaScript e C. Integração com os sistemas que a empresa já usa — PMS, CRM, ERP, correio e bases de dados.
Infraestrutura, alojamento, entrada em produção e a segurança dos dados: minimização, controlo de acessos e arquitetura adequada à sensibilidade da informação.
Interfaces, conteúdo e a linguagem com que a solução chega a quem a vai usar. Uma automação que ninguém percebe não é usada.
Contratos, faturação, prazos e a gestão do que foi combinado — para que a parte técnica não seja interrompida por burocracia.
Seis pessoas não chegam para tudo, e não fingimos que chegam. Temos uma rede estabelecida de especialistas com quem trabalhamos há anos, e a quem recorremos quando um projeto pede uma competência que não é a nossa do dia a dia.
Auditoria de segurança e testes de intrusão. Redes LoRa e sensores para smart cities e telemetria de contadores. Visão computacional em ambiente industrial. Integração com sistemas industriais — SCADA, PLC, telemetria.
A diferença importa. Quem contratou continua a falar com as mesmas pessoas, a responsabilidade pela entrega continua a ser nossa, e o especialista trabalha dentro do projeto em vez de o receber por cima do muro.
É também o que nos permite dizer que sim a projetos que uma equipa de seis, sozinha, teria de recusar — sem crescer para um tamanho que nos tirava a razão de ser.
Há quatro tipos de trabalho que não aceitamos. Dizemo-lo à partida para não fazer perder tempo a ninguém.
Não fazemos projetos de spam, cold calling ou contacto não solicitado em massa. A IA torna barato incomodar muita gente ao mesmo tempo, e isso não é trabalho que queiramos assinar.
Não aceitamos projetos sem alguém do lado do cliente com tempo alocado. Não é uma exigência burocrática: sem alguém que conheça o processo e possa decidir, o projeto arrasta-se e acaba por não entrar em produção.
Não revendemos licenças nem recebemos comissões de fornecedores. Quando recomendamos uma ferramenta de mercado é porque é a resposta certa, não porque ganhamos com isso. É o que torna a recomendação técnica independente.
Quando uma regra simples resolve o problema melhor do que a IA, dizemo-lo. O objetivo não é usar mais IA — é melhorar o processo. Já dissemos isto a clientes que vinham decididos a comprar um projeto maior.
Guest journey, check-in, concierge, reputação e upsell. Secção própria, com casos publicados e guias por processo.
Qualificação de leads, assistente comercial por email e integração com o CRM.
Atendimento ao munícipe com supervisão humana, gestão de reclamações e ocorrências, e o enquadramento do AI Act.
Temos ainda casos publicados em saúde, construção, media, HORECA e seguros. Estão todos em casos de estudo, com o problema, a abordagem e o resultado de cada um.
Somos seis: arquitetura de IA, engenharia de software, DevOps e cibersegurança, design e copy, operações, e assessoria jurídica e compliance. É uma equipa pequena de propósito — pegamos em poucos projetos ao mesmo tempo e quem vende é quem faz, sem camadas pelo meio.
Sobretudo PME portuguesas de 20 a 200 pessoas — a dimensão em que já há processos formalizados e alguém responsável por eles, mas ainda não uma equipa interna de IA. Mas o número é a dimensão da unidade onde entramos, não um limite à empresa: trabalhamos também com grupos de muitas centenas de colaboradores, em projetos delimitados a um departamento ou a uma operação dessa dimensão — a área de MICE de um grupo hoteleiro ou a redação de um grupo de media, por exemplo.
Quatro coisas, e dizemo-lo à partida. Não fazemos projetos de spam, cold calling ou contacto não solicitado em massa. Não aceitamos projetos sem um responsável do lado do cliente com tempo alocado, porque sem isso não correm bem. Não revendemos licenças nem recebemos comissões de fornecedores, para a recomendação técnica ser independente. E quando uma regra simples resolve o problema melhor do que a IA, dizemo-lo: o objetivo não é usar mais IA, é melhorar o processo.
Recorremos a uma rede estabelecida de especialistas com quem trabalhamos há anos: auditoria de segurança e testes de intrusão, redes LoRa e sensores para smart cities e telemetria de contadores, visão computacional em ambiente industrial, e integração com sistemas industriais como SCADA e PLC. Entram como parte da equipa do projeto e sob a nossa responsabilidade — o interlocutor e o responsável pela entrega continuam a ser os mesmos.
Desde 2017, com sede em Lisboa. Trabalhamos em português e em inglês.
Hotelaria, imobiliário e administração local são os três com mais profundidade, cada um com secção própria e casos publicados. Temos também casos em saúde, construção, media, HORECA e seguros.
Por uma conversa sobre um processo concreto que esteja a custar tempo. Nos casos que selecionamos, a prova de conceito é gratuita: permite ver resultados reais antes de qualquer compromisso. Se houver encaixe, apresentamos uma proposta com âmbito e custo definidos antes de começar.